quinta-feira, 12 de março de 2009

PULSAÇÃO...


Pensamentos do capítulo PULSAÇÃO - terceira parte do livro OUSADIA (meu primeiro filho literário)

(É engraçado como eu ressignifiquei muitos desses pensamentos ao passar desses 6 anos... Como quem fomos prega peça em quem somos...)

Tem gente que vive dizendo: “Ah... Isso era do tempo que eu era feliz e não sabia”. Dá vontade de eu dizer: “Como agora, por exemplo?”.

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Sentiu como verdade? Então é verdade! Mesmo que para todos sejam uma total mentira. Em determinados momentos, as verdades alheias não passam de farsas. Que momentos são estes? Os que não sentimos...O sentir é o construtor mais eficaz de verdades

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Num imenso jardim, quando uma rosa murchar, ela virará adubo para que novas rosas nasçam, mais belas e perfumadas. E, se nenhuma rosa murchasse, o jardim morreria de seco.

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O coração não é uma ponte intransponível, é apenas um caminho inevitável.

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A gente conversa, conversa e conversa e no final os grandes feitos são à base de monossílabos: sim ou não, eu ou tu, fé ou fim.

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As coisas feitas nunca têm a mesma pureza que as sonhadas. As coisas sonhadas nunca têm a mesma força que as feitas. O que preferes ser? Pueril ou forte?

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Entre defeitos e virtudes, escolha os defeitos são eles que dão o valor que suas virtudes têm.

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Há duas maneiras de medir o tempo: uma é acreditar que cada dia é um dia a menos em sua vida, a outra é saber que cada dia é uma oportunidade a mais em seu crescimento.

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O Deus de alguns precisa ser louvado, adorado e exaltado, eu entendo, pois o filho ver o pai a maneira do que é. O meu Deus já sabe quem é, não precisa de mim para reafirmar isso. Oração para nós (eu e Ele) é sair de mim pra ajudar o outro, sem pompa.

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Há pessoas que não saem de casa sem jóias, realmente precisam delas para brilhar. Há outras que não saem de casa sem perfume, realmente precisam deles para trescalar. Há, ainda, aquelas que não saem de casa para não encontrar com estas outras referidas, é o meu caso

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Felicidade é antes de tudo uma capacidade. Conquistar a felicidade, às vezes, apenas depende da nossa capacidade de nos admitirmos incapazes. Em outras palavras, só seremos felizes quando descobrirmos de fato por que não o somos já.

Samelly Xavier, no livro "Ousadia" (RG Editora, 2003)

2 Comments:

Luiz de Almeida Neto said...

Sei q pode parecer uma bestera, mas... tipo... vamo lá: "E, se nenhuma rosa murchasse, o jardim morreria seco", se elas não murchassem, como ele morreria seco? Às vezes elas não murcham... Quer dizer... Sempre murcham... Mas nem sempre. Heheheheh. Desculpa a divagação.

Fern! said...

Meu bemm, amo essa parte do livro(E todo ele... Rsrsrsrs!)
XD
Abraço apertado,
Da sua(sumida) fã sem número!